Seminário Nacional de Políticas Públicas

Notícias | 06.06.15 | Nenhum Comentário

Líder do Grupo Acqua abre 2º Seminário Nacional de Políticas Públicas

Estabelecer vínculos, e promover a troca de experiências e de aprendizados entre instituições, projetos, técnicos e estudantes sobre ‘Floresta, Água e Clima’, que possam servir de referência para quem desejar implantar ações semelhantes.

Estes foram os propósitos do 2º Seminário Nacional de Políticas Públicas, realizado de 1º a 3 de junho, em Bonito/MS, no qual  o líder do grupo de pesquisa Acqua e coordenador técnico do Projeto Águas do São Francisco , professor doutor Antenor Aguiar, proferiu palestra de abertura.

Com o intuito de apresentar e explicar sobre as atividades de pesquisa realizadas pelo projeto Águas do São Francisco, cujo objetivo é recuperar as áreas de preservação permanente e monitorar a qualidade da água situada na região do Baixo São Francisco, também se fez presente o pesquisador e  engenheiro florestal, Thadeu Ismerim.

Tendo como objetivos principais discutir sobre os avanços e retrocessos das políticas públicas ambientais (a exemplo de Código Florestal, Cadastro Ambiental Rural e da Crise da Água), além de formular diretrizes para sua implementação, o evento foi promovido pelo Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB) e reuniu 39 instituições oriundas de todas as regiões brasileiras, patrocinadas pela Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental.

“Foi uma honra proferir a palestra de abertura sobre ‘Floresta, Água e Clima’, no primeiro dia de realização do seminário. Nela, foquei a discussão nos conceitos sobre políticas públicas, dentro da temática hidroambiental, e também destaquei as atividades realizadas pelo projeto Águas do São Francisco e pelo Grupo Acqua, da Universidade Federal de Sergipe (UFS), pois ambos atuam na região do rio São Francisco e seus afluentes. A ideia foi estimular os participantes dos campos acadêmico, político e social a refletirem sobre a existência de políticas públicas brasileiras voltadas para as questões ambientais, defendendo que, para serem viáveis e obterem resultados positivos, elas precisam ter continuidade, necessitam ser trabalhadas em rede e, sobretudo, contarem com a participação social”, avalia Antenor, que é agrônomo e pós-doutor em Engenharia Ambiental.

Realizado pelo Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec) e pela UFS, com o patrocínio da Petrobras, nos dois anos de execução do Projeto Águas do São Francisco, foram plantadas mais de 20 mil mudas de 25 espécies nativas da mata atlântica e caatinga, em cerca de 27 hectares na região do Baixo São Francisco, beneficiando a mais de 3500 pessoas de comunidades ribeirinhas.

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