Cientistas apoiam a utilizaA�A?o de Redes Sociais para a PropagaA�A?o da CiA?ncia - ACQUA
Cientistas apoiam a utilizaA�A?o de redes sociais para a propagaA�A?o da ciA?ncia

Notícias | 26.02.13 | Nenhum Comentário

Cientistas apoiam a utilizaA�A?o de Redes Sociais para a PropagaA�A?o da CiA?ncia

Durante um painel sobre comunicaA�A?o em ciA?ncia na reuniA?o anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS), A�realizada de 14 a 18 de fevereiro, em Boston, nos Estados Unidos, profissionais e jornalistas da A?rea cientA�fica defenderam a utilizaA�A?o das mA�dias sociais para a difusA?o das atividades cientA�ficas.

De acordo com informaA�A�es divulgadas no evento, a internet A� a segunda maior fonte de notA�cias para os leitores de todas as faixas etA?rias dos Estados Unidos. O meio suplantou o jornal impresso e sA? perde para a televisA?o. Para um pA?blico acima dos 30 anos, no entanto, a rede mundial de computadores lidera a preferA?ncia na busca de informaA�A�es cientA�ficas.

Para o cientista do Departamento de Biologia Celular e Molecular da Universidade do HavaA�, Christie Wilcox, nA?o utilizar as mA�dias sociais A� o mesmo que nA?o se comunicar com a maior parte da populaA�A?o americana.

a�?Mais de 680 mil atualizaA�A�es de status por minuto sA?o compartilhadas pelo Facebook. Em um segundo, o YouTube recebe uma nova hora de vA�deo e o Twitter, 4 mil novos tweets. VocA? pode atingir milhares de pessoas com um A?nico tweet, mas consegue falar com apenas um punhado de pessoas em um diaa�?, afirmou.

Wilcox destacou que hA? um atraso em relaA�A?o A� adesA?o de profissionais do setor para a utilizaA�A?o das ferramentas de interaA�A?o social. Segundo ele, mesmo com graduaA�A?o elevada e intimidade com o uso de tecnologia, poucos cientistas possuem contas em redes sociais, o que, na sua visA?o, limita o alcance do pA?blico. a�?Se vocA? estA? fora das mA�dias sociais, pode fazer muito barulho, mas poucos serA?o os que o ouvirA?oa�?, disse.

O cientista ainda explicou que as redes sociais podem ir alA�m de ser apenas disseminadoras de cunho cientA�fico. A�Em sua opiniA?o, elas podem ter o papel de cativar o pA?blico que nA?o se interessa pelo setor, devido ao potencial de alcance, e ainda podem contribuir para mostrar outras facetas dos profissionais do setor.

a�?A maior parte dos cientistas pode nA?o ter tempo de manter um blog, mas felizmente plataformas como o Facebook oferecem maneiras eficientes de compartilhar informaA�A�es cientA�ficas. Com 67% dos internautas usando o Facebook, os pesquisadores tA?m ali uma forma de atingir uma rede de pessoas com a qual, de outra forma, nA?o poderiam se comunicara�?, lembrou.

Apesar do otimismo com as redes sociais, a professora de ComunicaA�A?o na Universidade de Wisconsin em Madison, Dominique Brossard, acredita que deve haver cautela com a utilizaA�A?o das ferramentas. Para ela, comentA?rios depreciativos em publicaA�A�es cientA�ficas podem influenciar leitores a julgar de forma negativa o estudo.

(AgA?ncia GestA?o CT&I de NotA�cias com informaA�A�es da Fapesp)

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